O INÍCIO DE UMA CARREIRA DE SUCESSO

Turma Semi 2004

“Se você estuda dando o melhor de si, deve estar ciente de que quantidade é importante, mas que qualidade é bem melhor. No fim das contas, passa quem vence a prova física e psicológica, mais do que a de conteúdo!”

Após alguns anos sem estudar, Paula decidiu prestar vestibular novamente. Com muita dedicação, conquistou sua vaga na UNICAMP e agora nos conta um pouco de sua trajetória.

  • ELITE:

    Você foi aprovada UNICAMP no curso de Pedagogia. Como foi o seu resultado no Vestibular?

  • Paula:

    Excelente. Passei na primeira chamada, e ainda fiquei em 13o numa sala de 50. Nada mal para uma aluna do Semi!

  • ELITE:

    Como você se organizou para estudar?

  • Paula:

    O mais importante foi conseguir uma escola que oferecesse período integral para meu filho, para que eu tivesse o dia todo livre para estudar. Também combinei com meus pais de não trabalhar enquanto fazia o Elite.

  • ELITE:

    Como era seu método de estudo? Quantas horas você estudava por dia ou por semana?

  • Paula:

    Eu fazia anotações das aulas, que depois revia, corrigia e completava em casa com meus comentários e dúvidas. Como estava há muito tempo sem estudar, dei prioridade às matérias que eu já sabia, para que me saísse muito bem nelas. Parava de estudar às 22h, porque meu soninho é sagrado!

  • ELITE:

    Em quais matérias você teve que batalhar mais?

  • Paula:

    Química, Física, Matemática e, para minha surpresa, História!

  • ELITE:

    Você fazia todos os simulados? Como era seu desempenho nos simulados?

  • Paula:

    Inicialmente eu fazia todos. Acabei parando por volta do fim de outubro. Meu desempenho era muito variável, porque justamente no dia do simulado eu precisava ir embora mais cedo para pegar meu filho no colégio, então eu fazia só as questões de resolução imediata, dava uma olhada nas outras, fazia a redação e ia embora. Além disso, cada simulado eu fazia de uma forma: começava pela redação, ou pelas matérias mais difíceis, ou pelas mais fáceis, para ir me testando.

  • ELITE:

    Você leu todas as obras de literatura?

  • Paula:

    Li, mesmo porque leitura sempre foi um grande prazer para mim. Os livros eram uma oportunidade de relaxar durante o estudo. Eu sempre perguntava para o Wellington qual seria o livro da próxima semana para que pudesse lê-lo a tempo de aproveitar melhor a discussão.

  • ELITE:

    Você aproveitou todas as aulas extras que o Elite te ofereceu?

  • Paula:

    Como tivemos uma infinidade de feriados e, consequentemente, aulas à tarde para compensar, eu vinha a todas as aulas "regulares". Fora isso, fazia alguns plantões.

  • ELITE:

    Quais as principais dificuldades que você enfrentou nos estudos?

  • Paula:

    Eu estava parada há alguns anos e senti dificuldade no início porque, mesmo sempre tendo sido boa aluna, os termos e os conceitos não eram mais familiares para mim. De praticamente todas as matérias! Tive que reaprender muita coisa que o pessoal que vinha direto do colegial sabia de cor!

  • ELITE:

    Qual foi a sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?

  • Paula:

    Eu sabia que se passasse da primeira fase, estaria aprovada. Sensação de dever cumprido.

  • ELITE:

    Na sua opinião, quais foram os pontos mais fortes do Elite?

  • Paula:

    A "carga pesada" de conteúdo e avaliações, balanceada pelo discurso otimista dos professores e funcionários, foi um ponto positivo. O clima de companheirismo entre os alunos (ao invés de competição) também ajudou. E o retorno que o Eliel dava de todas as questões que eram levadas a ele, o que mostrava interesse real em melhorar.

  • ELITE:

    Qual foi a importância do cursinho Elite em sua vida e em sua experiência em relação ao Vestibular?

  • Paula:

    Foi um lugar que me deu a atenção personalizada que eu precisava, que apontou meus pontos fracos e me ajudou a superá-los. Não teria me dado tão bem numa sala imensa, com professores mais preocupados em dar show do que em dar aula, porque eu precisava mais de conteúdo que de "manhas".

  • ELITE:

    Na sua opinião, quais foram seus maiores erros e os seus maiores acertos em relação aos estudos no ano passado?

  • Paula:

    Meu maior acerto foi avaliar bem o perfil de meus concorrentes e montar uma grade de estudos de acordo com a necessidade. O maior erro foi demorar a montar um esquema de estudo que funcionasse bem em casa, onde tinha muitas distrações.

  • ELITE:

    Qual a dica ou recomendação de estudo que você daria para o pessoal que está fazendo cursinho esse ano?

  • Paula:

    A melhor coisa é estudar a sério, mas sabendo relaxar. Todo mundo tem um limite, que deve ser respeitado. Se você estuda dando o melhor de si, deve estar ciente de que quantidade é importante, mas que qualidade é bem melhor. No fim das contas, passa quem vence a prova física e psicológica, mais do que a de conteúdo!

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