ELITE PRÉ-VESTIBULAR CAMPINAS - o cursinho ideal para quem vai enfrentar vestibulares de elevada concorrência: FUVEST, UNICAMP, UNESP, UNIFESP, UFSCar, ITA, ENEM...

O INÍCIO DE UMA CARREIRA DE SUCESSO

Turma Medicina 2007

"O apoio por parte dos professores, diretores e funcionários foi muito bom. Muitas vezes eu chegava desiludido e ia conversar com eles, que me colocavam pra cima, davam-me ânimo. (...)

Esse negócio de não assistir aula pra estudar em casa é furada! Conheço muita gente inteligente que optou por este método e não obteve muitos resultados. (...)

Façam os simulados, por mais difíceis que eles estejam, não desistam. Vale a pena se esforçar! "

"Matheus, que é de Americana, mudou-se para Campinas para se preparar para o vestibular. Esta mudança foi apenas uma pequena parte de seu esforço para ser aprovado: ele estudava 6 a 7 horas por dia, tendo que se dedicar muito para vencer seus pontos fracos, lidar com a ansiedade de quem quer melhorar rapidamente, simulados cada vez mais desafiantes, pouco tempo para a diversão... Em meio a tudo isso, ele conseguiu aprimorar-se o suficiente para fazer 86 pontos na primeira fase da Fuvest (dos 89 válidos), conquistando as vagas para medicina em algumas das universidades mais concorridas do país."

  • ELITE:

    Quais vestibulares você prestou e em quais foi aprovado?

  • Matheus:

    Prestei MEDICINA na FUVEST, UNICAMP e UFTM. Fui aprovado na USP (pinheiros), na Unicamp e estou na lista de espera da UFTM, em 9º lugar.

  • ELITE:

    O que você achou do seu resultado no Vestibular? Você está satisfeito ?

  • Matheus:

    Eu estou muito satisfeito com os resultados do vestibular! Sinceramente consegui entrar nas duas faculdades que sempre quis!

  • ELITE:

    Como era seu método de estudo? Quantas horas você estudava por dia ou por semana?

  • Matheus:

    Meu método de estudo variava bastante de matéria para matéria. Nas exatas (matérias que tenho facilidade), eu lia brevemente a teoria e depois fazia muitos exercícios. Em humanas (meu ponto fraco), eu seguia os conselhos dos professores e estudava bastante teoria antes de ir para os exercícios. Em média, eram de 6 ou 7 horas diárias de estudo. Mas valeu a pena cada minuto!

  • ELITE:

    Em quais matérias você teve que batalhar mais?

  • Matheus:

    Definitivamente foi português, história e geografia. Português é uma matéria muito importante e geralmente negligenciada pelos alunos, o que a transforma em um diferencial.

  • ELITE:

    Você fazia todos os simulados? Como era seu desempenho nos simulados?

  • Matheus:

    Não pude fazer todos os simulados, porém compareci na maioria deles. No início eu e muitos outros alunos reclamávamos da dificuldade deles, porém tê-los feito foi de extrema importância e fez uma grande diferença na hora das provas, de verdade! Muitas foram as questões em que eu olhei e achei relativamente fácil, pois estava habituado com um nível maior das mesmas.

  • ELITE:

    Você usava o plantão de dúvidas? Comente.

  • Matheus:

    Bom, eram raros os dias em que eu não ficava nos plantões, principalmente os de redação. Valeu a pena tirar as dúvidas com os plantonistas, por menor que elas fossem. Isso me deu confiança.

  • ELITE:

    Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou nos estudos?

  • Matheus:

    Uma grande dificuldade que eu tive foi na redação. Eu tentava fazer, mas não percebia grandes melhoras... Com o tempo percebi que havia evoluído e que estava na briga por uma vaga.

  • ELITE:

    Qual foi a sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?

  • Matheus:

    A sensação de ver meu nome na lista dos aprovados foi de uma explosão de extrema felicidade seguida de um grande alívio. Durante o dia inteiro não conseguia parar de sorrir! Foi demais!

  • ELITE:

    Na sua opinião, quais foram as principais contribuições do Elite para a sua aprovação?

  • Matheus:

    Este ano que passou foi o meu segundo ano de cursinho (primeiro no Elite) e devo admitir que o apoio por parte dos professores, diretores e funcionários foi muito bom. Muitas vezes eu chegava desiludido e ia conversar com eles, que me colocavam pra cima, davam-me ânimo. Tem um professor, o Fred, que tem aulas muito boas de serem assistidas, no início ele sempre dava uma palavra e estimulava-nos a estudar e a correr atrás das dificuldades. Isso era bom, pelo menos pra mim foi. Fora a boa infra-estrutura do Elite: as salas reduzidas tornam o ambiente mais pessoal e possibilitam uma maior atenção aos alunos. Outro fator de extrema importância foram os simulados semanais.

  • ELITE:

    Na sua opinião, quais foram seus maiores erros e os seus maiores acertos em relação aos estudos no ano passado?

  • Matheus:

    Meu maior acerto foi treinar bastante redação, em que eu era péssimo. Gastar bastante tempo com as matérias prioritárias para o meu curso também foram boas escolhas. Algo que eu me arrependo é de não ter estudado tanto português quanto eu gostaria. Em algumas provas esse fato pesou um pouco.

  • ELITE:

    Qual a dica ou recomendação de estudo que você daria para o pessoal que está fazendo cursinho esse ano?

  • Matheus:

    Primeiro, esse negócio de não assistir aula pra estudar em casa é furada! Conheço muita gente inteligente que optou por este método e não obteve muitos resultados. Segundo, estudem todas as matérias, principalmente português e redação, que na maioria dos cursos são o diferencial. Administre bem seu tempo e estude todas as matérias. Por fim, façam os simulados, por mais difíceis que eles estejam, não desistam. Vale a pena se esforçar!

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