ELITE PRÉ-VESTIBULAR CAMPINAS - o cursinho ideal para quem vai enfrentar vestibulares de elevada concorrência: FUVEST, UNICAMP, UNESP, UNIFESP, UFSCar, ITA, ENEM...

O INÍCIO DE UMA CARREIRA DE SUCESSO

Turma Medicina 2006

"Ficava muito desanimado quando travava em algum tópico específico. Quando isso acontecia, dava um tempo e retomava os estudos com novo ímpeto. Sabia que não podia me desgastar muito em algo tão específico. Isso acontecia muito em matemática, em que os exercícios podem ser muito diversificados."

Um ano de muita dedicação, aprimoramento, batalha: isso é o que foi o ano de 2006 para Marcos. E ele soube, com muita destreza, corrigir suas falhas, trabalhar seus pontos fracos e preparar-se para o principal desafio daquele ano: o do vestibular.

  • ELITE:

    Quais vestibulares você prestou e em quais foi aprovado?

  • Marcos:

    Prestei FUVEST, UNICAMP, UNIFESP, FGV, PUC-SP e PUCCamp. Fui aprovado em todos e optei pela USP - Direito.

  • ELITE:

    O que você achou do seu resultado no Vestibular? Você ficou satisfeito?

  • Marcos:

    Achei excelente, não esperava um resultado tão gratificante. Fiquei muito feliz em receber tamanha retribuição pelos esforços desse ano.

  • ELITE:

    Como era seu método de estudo? Quantas horas você estudava por dia ou por semana?

  • Marcos:

    Pela manhã assistia às aulas no cursinho até às 13:30. Começava a estudar em casa ou no Elite por volta das 14:40, geralmente, à tarde pegava as matérias de exatas, que eu tinha mais dificuldade. Tentava guardar bem os conceitos básicos, para depois encarar os exercícios, muitos! Depois de uma pausa, eu estudava humanas, li todos os livros de teoria para pegar a base conceitual, no segundo semestre foquei mais em exercícios de vestibulares, fiz vários também. Estudava todos os dias, esforçava-me para aprender bem aquilo que estudava a cada momento, podia isso durar quantas horas fossem necessárias. Terminava por volta das 22:30. Além disso, fazia planos de estudos para melhorar o rendimento e não acumular muita matéria, porque isso só atrapalha.

  • ELITE:

    Em quais matérias você teve que batalhar mais?

  • Marcos:

    Tive que me esforçar mais em Matemática, Física e Biologia. Eram as matérias que eu ainda não tinha uma base muito boa. Tive de me esforçar muito para aprender todos os conceitos, pois só assim é possível encarar os exercícios de vestibular. Nesse sentido, o Elite ajudou muito, pois os professores, antes de iniciarem os exercícios, davam uma boa explicação conceitual que era fundamental, principalmente pra quem ainda não tinha base. Quando começou a revisão geral, em Outubro, senti que tinha aprendido os conceitos. Para trabalhar com os exercícios ficava mais tranqüilo, sentia-me mais seguro. Além disso, ainda na revisão, se houvesse dúvida, os professores davam uma relembrada na matéria, isso era ótimo!

  • ELITE:

    Você fazia todos os simulados? Como era seu desempenho nos simulados?

  • Marcos:

    Fiz quase todos. Faltei em alguns para estudar em casa. Procurei fazer simulados de todos os tipos para me familiarizar com os exames. No Elite, sabíamos que os simulados eram mais difíceis que os vestibulares, por isso treinar com eles era muito bom. No começo não ia muito bem, mas com o tempo fui melhorando meu desempenho, geralmente ficava entre os 15 primeiros na turma Medicina.

  • ELITE:

    Você usava o plantão de dúvidas? Comente.

  • Marcos:

    Todos os dias da semana havia ao menos um plantonista à disposição dos alunos. Procurava ficar à tarde no cursinho estudando exatas, pois se aparecesse dúvidas era fácil recorrer ao plantonista. Impressionante era a cordialidade com que eles nos ajudavam, sempre dispostos. Por isso, sempre que necessário, não hesitava em pedir auxílio no plantão. Com o plantão, não perdia muito tempo em exercícios mais complicados, logo os resolvia com o professor e, assim, não atrasava os estudos.

  • ELITE:

    Quais as principais dificuldades que você enfrentou nos estudos?

  • Marcos:

    Ficava muito desanimado quando travava em algum tópico específico. Quando isso acontecia, dava um tempo e retomava os estudos com novo ímpeto. Sabia que não podia me desgastar muito em algo tão específico. Isso acontecia muito em matemática, em que os exercícios podem ser muito diversificados. Outra dificuldade era o cansaço e o nervosismo. Com uma rotina tão puxada, era inevitável o desgaste físico e mental. É muito importante saber controlar o corpo e a mente, para não chegar na época do exame já completamente desgastado. Para isso, reservava momentos da semana para relaxar, saía com amigos, esquecia o cursinho por alguns momentos.

  • ELITE:

    Qual foi a sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?

  • Marcos:

    É inexplicável, uma sensação muito prazerosa. No primeiro momento é inacreditável, depois que 'cai a ficha' vem a sensação de dever cumprido. Não tem como explicar, é extraordinário!

  • ELITE:

    Na sua opinião, quais foram as principais contribuições do Elite para a sua aprovação?

  • Marcos:

    No Elite, encontrei um ambiente que jamais encontrei em outro colégio. Tanto os professores quanto os funcionários tratavam os alunos como membros de uma mesma 'família'. Todos entraram no clima de vestibular, mas a forma como encarávamos o exame era diferenciada. O Elite tem um método excelente, que exige bastante do aluno também. Além disso, cada estudante fazia sua orientação de estudos com os coordenadores para direcionar seus esforços. Havia auxílio individualizado. Fora isso, os colegas que fiz no Elite, sem dúvida, contribuíram e muito durante todo o ano. O apoio que eles davam foi fundamental para me fortalecer na batalha do vestibular.

  • ELITE:

    Quais foram seus maiores erros e os seus maiores acertos em relação aos estudos no ano passado?

  • Marcos:

    É difícil identificar o maior erro, mas acredito que me desgastei muito com nervosismo e auto-cobrança. Nunca estava satisfeito com meus resultados no cursinho, sempre achava que devia ir melhor, isso aconteceu nos vestibulares também, até que saíram os resultados. O maior acerto foi a persistência, no outro ano senti que era possível passar, decidi fazer o cursinho e buscar meu sonho. Não me deixava abater por muito tempo durante o cursinho, encarava as dificuldades, levei a sério mesmo, estudei bastante, não desisti e fui até o fim!

  • ELITE:

    Qual a dica ou recomendação de estudo que você faria para o pessoal que está fazendo cursinho esse ano?

  • Marcos:

    Primeiro, não encare o cursinho como uma obrigação, perceba que você está ai para sua formação, não apenas profissional, mas sua formação humana, acredite em você, invista em você! Fazer uma boa faculdade é uma ótima oportunidade de conhecer o mundo de outra maneira, é uma experiência única. Quanto aos estudos, identifique seus pontos fortes e fracos. Faça com que os fortes te destaquem e não deixe que os fracos te derrubem. Para isso, especialize-se em alguma matéria, garanta-se nela. Mas não deixe que as outras te tirem da faculdade, saiba balancear os estudos. Esforce-se para melhorar naqueles tópicos em que você está fraco, não deixe de estudar algo porque você não gosta, pode ser seu ponto salvador. Além disso, devo dizer, não se deixe levar pelo desânimo devido a algum mal resultado, trate de mudar o futuro. Esqueça o que já passou. Acredite, vale a pena!

siga o elite

  • Horários de atendimento:

  • (19) 3251 1012
  • Segunda a Sexta: 8h às 21h
  • Sábados: 8h às 15h

Rua Luís Otávio, 2535, Mansões Santo Antônio - Campinas - SP