ELITE PRÉ-VESTIBULAR CAMPINAS - o cursinho ideal para quem vai enfrentar vestibulares de elevada concorrência: FUVEST, UNICAMP, UNESP, UNIFESP, UFSCar, ITA, ENEM...

O INÍCIO DE UMA CARREIRA DE SUCESSO

Aluna ELITE 2003
  • ELITE:

    Como surgiu o interesse em cursar Engenharia? Você sentia facilidade nas disciplinas prioritárias?

  • Gabriela:

    O interesse em prestar vestibular na área de Exatas surgiu no primeiro ano do ensino médio, quando pensei em prestar Física. No segundo ano, decidi que prestaria Engenharia. Minha dúvida perdurou até o momento em que tive de fazer minha inscrição para o vestibular. Decidi pela Engenharia pelo seu aspecto prático. Creio que a hesitação é algo normal num momento de escolha como esse. Entretanto, é preciso levar em conta não somente a facilidade no ensino médio - eu sempre gostei muito de biologia e de línguas além de exatas - como também pensar sobre o que você quer fazer quando se formar, onde exatamente você quer atuar.

  • ELITE:

    Quando você estava se preparando, em algum momento surgiram dúvidas sobre ser aprovada no fim do ano?

  • Gabriela:

    Certamente surgiram dúvidas. Por mais que eu estudasse não me sentia segura acerca de meus conhecimentos. Só depois do meu bom desempenho nas primeiras fases que senti que estava bem preparada.

  • ELITE:

    Como foi sua preparação? Como você conciliava os estudos e o lazer?

  • Gabriela:

    Como eu fiz o terceiro ano do ensino médio e o cursinho concomitantemente, não tinha muito tempo para me dedicar aos estudos extraclasse. Por isso, prestava o máximo de atenção nas aulas e aproveitava todo o tempo livre que tinha (intervalos entre as aulas, horário de almoço) para fazer exercícios. Com isso, conseguia deixar meu final de semana livre para o lazer. Mesmo estando na faculdade, procuro agir da mesma forma, sempre otimizando o que faço no tempo que tenho disponível.

  • ELITE:

    No momento da prova, como você controlou a ansiedade? Foi difícil?

  • Gabriela:

    Não foi difícil. Os simulados - os quais considero essenciais na minha aprovação - que realizei no cursinho fizeram com que eu soubesse controlar o tempo disponível. Com tanta preparação, no vestibular me senti tranqüila e segura, de modo que na prova da segunda fase da UNICAMP não deixei uma questão sequer, um item sequer, em branco.

  • ELITE:

    Como foi aguardar o resultado? Você sentia que havia passado na Unicamp, ou tinha dúvidas?

  • Gabriela:

    Confesso que fiquei bastante ansiosa aguardando o resultado, mas sabia que tinha ido bem e que minhas chances de passar eram bastante altas.

  • ELITE:

    Como é ser uma das poucas meninas em seu curso, na Unicamp? É bom ou ruim?

  • Gabriela:

    Não sei dizer se é bom ou ruim. Sei que as meninas são bastante unidas. Já me acostumei com a relação de 13 homens para cada mulher no curso. E, segundo as veteranas, vai ter um momento em que os meninos esquecerão que somos mulheres e nos cumprimentarão com um aperto de mão! (risos)

  • ELITE:

    Quais são seus planos profissionais para o futuro?

  • Gabriela:

    Ainda estou indecisa entre as sete modalidades que meu curso oferece, mas creio que trabalharei em uma empresa de consultoria (atualmente, sou consultora da Qualidade Estratégica da empresa júnior de meu curso). Gostaria muito de trabalhar, igualmente, no departamento de Engenharia de uma empresa. Ainda não sei ao certo o que farei após me formar, pois isso vai depender das oportunidades que surgirem e da área que eu seguir. Mas tenho planos de fazer um estágio no exterior (preferencialmente na Europa) e pós-graduação (mestrado, doutorado, ou MBA se eu estiver em altos postos de administração). Ou seja, procurarei trabalhar em uma grande empresa ou ter um negócio próprio, algo que acho bastante interessante, e me atualizar constantemente.

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